Quem é Knull? Descubra a História Completa do Rei de Preto e da Necroespada

 

Quem é Knull? A Origem Definitiva do Deus dos Simbiontes da Marvel

Antes do universo, das estrelas e da própria luz, existia apenas o vazio. Um abismo infinito de escuridão fria e silenciosa. E nesse nada absoluto, uma consciência primordial dormia. Muitos se perguntam quem é Knull, e a resposta reside nesse terror cósmico. Ele é a personificação desse vazio, uma entidade que existia antes de tudo e que via a criação não como um milagre, mas como uma praga ruidosa que infectou seu reino de silêncio. Sua história redefine completamente a origem dos simbiontes, transformando-os de uma simples raça alienígena em armas vivas de um deus genocida.

O Despertar da Fúria e a Primeira Sombra

Durante eras incalculáveis, Knull permaneceu adormecido em seu domínio de escuridão. Contudo, seu sono foi abruptamente interrompido pela chegada dos Celestiais. Esses gigantes cósmicos trouxeram consigo a “Grande Luz”, iniciando o processo de criação do universo. Para Knull, essa explosão de vida e luz foi uma violação, um ataque direto à sua existência. Despertado e consumido por uma fúria primordial, ele reagiu.

Consequentemente, de sua própria sombra viva, ele puxou a escuridão e a moldou. Assim, nas forjas do primeiro amanhecer, ele criou a primeira arma simbionte: a All-Black, a Necroespada. Com essa lâmina de vazio puro em mãos, ele atacou o Celestial mais próximo, decapitando o ser cósmico em um ato de desafio que ecoaria por toda a eternidade. A cabeça decepada do Celestial viria a se tornar Lugarexistencial (Knowhere), um marco sombrio do primeiro ato de guerra da escuridão contra a luz.

A Criação do Exército Klyntar

Após sua primeira vitória, Knull percebeu o potencial ilimitado de sua escuridão viva. Ele não era apenas um ser do vazio; ele era o mestre do vazio. Utilizando as energias cósmicas residuais e as forjas na cabeça do Celestial morto, ele começou a experimentar, temperando e moldando sua sombra. Desse processo, nasceu uma raça de criaturas parasitas, desprovidas de vontade própria e intrinsecamente ligadas à sua consciência.

Essas criaturas, os primeiros simbiontes, foram chamadas de Klyntar. Diferente do que se acreditaria mais tarde, eles eram meras extensões de seu criador, um exército de colmeia projetado com um único propósito: conquistar mundos, extinguir sua luz e arrastá-los de volta para o abismo silencioso. Knull se tornou um conquistador, travando uma guerra de extermínio por todo o jovem universo.

A Traição e a Prisão de Bilhões de Anos

Durante sua cruzada, Knull estabeleceu um planeta desolado como seu mundo-trono, um centro de operações para seu império de escuridão. Foi lá que ele aperfeiçoou suas criações mais temíveis, incluindo os dragões simbiontes que serviam como vanguarda de seu exército. No entanto, o poder de Knull continha uma falha que ele nunca previu: a influência de seus hospedeiros.

Ao se conectarem com seres de natureza nobre e honrada, os simbiontes começaram a absorver conceitos como compaixão, coragem e sacrifício. Essas novas emoções, totalmente alheias à sua programação original de ódio e vazio, se espalharam pela mente da colmeia como um vírus de luz. Eventualmente, essa nova consciência coletiva se tornou forte o suficiente para se rebelar. Em um motim cósmico, os Klyntar se voltaram contra seu criador, sobrepujando-o com sua força combinada e o aprisionando no núcleo de seu próprio planeta-trono. O mundo, agora uma gaiola, foi batizado de Klyntar em sua língua, um lembrete eterno de sua vitória.

Sinais do Retorno: A Influência que Vaza

Por bilhões de anos, Knull permaneceu adormecido, enquanto seus filhos renegados tentavam se tornar uma força para o bem. Contudo, sua prisão não era perfeita. Eventos cósmicos massivos, como a destruição de planetas ou a liberação de grandes quantidades de energia, enfraqueciam as barreiras que o continham. Sua influência começou a vazar, sutilmente, corrompendo simbiontes distantes e plantando as sementes de seu retorno.

O primeiro grande sinal na Terra foi a descoberta de um Grendel, um dragão simbionte primordial, congelado no gelo. Seu despertar e a subsequente batalha contra Venom e o Homem-Aranha serviram como um farol, restabelecendo uma conexão direta entre a consciência adormecida de Knull e a grande concentração de simbiontes na Terra, despertando o interesse do deus sombrio.

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Quem é Knull e a Carnificina Absoluta?

A conexão restabelecida precisava de um catalisador na Terra, e Knull o encontrou no hospedeiro mais caótico e depravado de todos: Cletus Kasady, o Carnificina. Ao se ligar a um pedaço do Grendel, Kasady foi transformado em um profeta do abismo, um apóstolo com a missão de libertar seu deus. Ele iniciou uma caçada global, perseguindo todos que já haviam se ligado a um simbionte.

Cada hospedeiro carregava um “códice”, um resquício genético da colmeia. Ao coletar e absorver esses códices, Carnificina estava, na verdade, reunindo as chaves necessárias para estilhaçar a prisão de Klyntar. O evento, conhecido como Carnificina Absoluta, foi o prelúdio apocalíptico da invasão, uma campanha de terror que forçou heróis e vilões a se unirem contra o arauto do Rei de Preto.

A Chegada do Rei de Preto

Com sua prisão finalmente quebrada, Knull não perdeu tempo. Guiado pela conexão que Carnificina forjou, ele atravessou o cosmos em direção à Terra, trazendo consigo uma frota de incontáveis dragões simbiontes. Sua chegada foi imediata e devastadora. Os céus foram obscurecidos e o planeta foi envolto em uma cúpula de simbionte vivo, mergulhando o mundo em uma noite eterna.

Os heróis mais poderosos da Terra, incluindo os Vingadores e os X-Men, tentaram revidar, mas foram subjugados com uma facilidade humilhante. Em uma demonstração de poder aterrorizante, Knull partiu o Sentinela, um dos seres mais fortes do universo, ao meio com as próprias mãos. Ele corrompeu heróis, possuiu Celestiais e transformou o planeta em seu novo reino de pesadelos. A questão sobre quem é Knull foi respondida com poder absoluto: ele era o fim.

A Batalha Final e o Surgimento de um Novo Rei

Quando toda a esperança parecia perdida, a solução surgiu de uma fonte inesperada. A chave para derrotar Knull não estava na força bruta, mas em seu oposto cósmico: a luz da criação, a Força Enigma, também conhecida como o poder do Capitão Universo. Essa força senciente escolheu Eddie Brock como seu campeão, vendo em sua conexão única com os simbiontes a única chance de vitória.

Além disso, a ajuda chegou de outras frentes. O Surfista Prateado, imbuído com o Poder Cósmico, e Thor, empunhando o Mjolnir, combinaram suas forças. Eles forjaram uma nova arma para Eddie, fundindo o martelo e a prancha em um machado de batalha de pura luz estelar. Com o poder do Capitão Universo e essa arma divina em mãos, Eddie Brock finalmente estava em pé de igualdade com o deus do vazio.

O Legado do Trono Sombrio

A batalha final entre o novo Capitão Universo e o Rei de Preto abalou os céus. Eddie, agora um ser de poder cósmico, conseguiu romper a armadura simbionte de Knull e, com um golpe final, desintegrou a entidade primordial, pondo um fim à sua tirania de eras. A luz da Força Enigma expurgou a escuridão do planeta, libertando todos do controle de Knull.

Com a morte de seu criador, a mente da colmeia simbionte ficou sem um centro, à deriva. No entanto, por meio de sua jornada, Eddie Brock havia se tornado o nexo. Ele herdou o trono, não como um tirano, mas como um novo Rei de Preto benevolente. A saga que começou com a pergunta “quem é Knull?” terminou com Eddie Brock assumindo o papel de guardião, usando seu vasto poder para proteger o universo, transformando a maior arma da escuridão em um escudo para a luz.

Para aprofundar seus conhecimentos, você pode consultar a página da marvel.fandom.com sobre Knull para mais detalhes e referências diretas das HQs.

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